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Impulsionar publicação ou criar campanha? A diferença que se nota na faturação
Por Maria Zinha Oliveira
Todos os restaurantes com quem falo já carregaram, pelo menos uma vez, no botão "impulsionar" do Instagram. E quase todos me dizem o mesmo: "gastei, mas não sei se resultou".
O que o botão "impulsionar" faz
Mostra uma publicação a mais pessoas. É rápido e simples — e é esse o problema. Tem poucas opções de público, de objetivo e de medição. Muitas vezes, o dinheiro vai para "gostos" de pessoas que nunca vão sentar-se à sua mesa.
O que uma campanha faz
No Gestor de Anúncios da Meta, começa-se pelo objetivo: mensagens, reservas, visitas ao perfil ou ao site. Depois escolhe-se quem deve ver o anúncio — a zona à volta do restaurante, turistas de passagem, pessoas com interesse em gastronomia — e testam-se várias imagens e textos para perceber qual funciona melhor.
- Objetivo claro: paga pelo resultado que quer, não por visibilidade solta.
- Público certo: raio de quilómetros, idade, interesses, idioma.
- Medição: sabe quantas mensagens ou cliques cada euro trouxe.
O anúncio não serve para ter mais gostos. Serve para ter mais mesas ocupadas.
Então nunca devo impulsionar?
Pode fazer sentido para dar um empurrão rápido a um evento ou a uma publicação que já está a correr bem. Mas como estratégia mensal, uma campanha bem montada aproveita muito melhor o mesmo investimento.
O Google Ads complementa isto: aparece a quem já está a procurar ativamente onde comer. Juntos, cobrem quem ainda não sabe que existe e quem já está à procura.
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